«Mais tarde, também eu arrancarei o coração do peito para o secar como um trapo e usar limpando apenas as coisas mais estúpidas.»

Passado nos recônditos fiordes islandeses, este romance é a voz de uma menina diferente que nos conta o que sobra depois de perder a irmã gémea. Um livro de profunda delicadeza em que a disciplina da tristeza não impede uma certa redenção e o permanente assombro da beleza.
O livro mais plástico de Valter Hugo Mãe. Um livro de ver. Uma utopia de purificar a experiência difícil e maravilhosa de se estar vivo.

Críticas de imprensa
«Pede ao leitor algo mais do que a simples vontade de seguir uma história.»
TSF

«Uma ode fervorosa a um país distante e gélido.»
Jornal de Notícias

«É o grande livro de ficção da rentrée literária de 2013.»
Diário de Notícias

«Este livro mostra o autor no seu melhor.»
Diário Digital

«Provavelmente, o melhor romance de Valter Hugo Mãe.»
Público

«Poderosa história.»
Visão

«Milagre literário.»
Jornal de Letras