tsunami
«Este livro é um tsunami, não no sentido destrutivo, mas no da força. Foi a primeira imagem que me veio à cabeça quando o li. […] Quando foi publicado? E os sismógrafos não deram por nada? Oh, que terra insensÃvel: este livro é uma revolução. Tem de ser lido, porque traz muito de novo e fertilizará a literatura. […] Às vezes, tive a impressão de assistir a um novo parto da lÃngua portuguesa.»
José Saramago, discurso de entrega do Prémio José Saramago, 26 de Outubro de 2007
nuvens: o remorso de Baltazar serapião
prémio saramago
«O remorso de Baltazar Serapião, de valter hugo mãe: um trabalho de escrita inovadora e de efeitos surpreendentes (numa linha que em poderÃamos encontrar alguns ecos de Guimarães Rosa) que faz o leitor mergulhar num mundo de estranhezas, ingenuidades e brutalidades ancestrais, em parte bebidas numa conseguida simulação de tradições rurais e populares cuja obscenidade grotesca não vai sem recordar alguma escultura medieval, combinando todos estes ingredientes numa composição cruel e pungente.»
Vasco Graça Moura, voto no Prémio José Saramago, Outubro de 2007
nuvens: o remorso de Baltazar serapião
«feitiços e maldições de valter hugo mãe»
«Assim nos surge valter hugo mãe no «livro de maldições»: fulgurante, dramático, visual, alegórico, enigmático. São 52 poemas em prosa, tanto breves quanto intensos, com um feitiço imperdÃvel. Sobretudo, porque estas maldições alvejam a normalidade, a modorra, a palavra do costume. InconfundÃvel marca do autor, esta é uma escrita proibida para leituras sossegadas.»
Teresa Sá Couto, «Feitiços e maldições de valter hugo mãe», www.kaminhos.com, 22 jan 2007
nuvens: livro de maldições
livro de maldições
«Há uma componente visual nestes poemas que fácil e fascinantemente os transforma em retratos do mal, alicerçados numa mitologia muito própria onde o poema surge quase como uma solução mágica ou, dito de outra forma, como um esconjuro baseado nos trabalhos e nas receitas da magia negra.»
Henrique Fialho, www.antologiadoesquecimento.blogspot.com, 27 setembro 2006
nuvens: livro de maldições
«hino ao amor conjugal»
«É um romance satÃrico, gracioso e viciante – lê-se de uma só penada –, que me ficou na memória pela representação imaginosa, porém com fortes marcas de verosimilhança, desta comédia que é a vida.»
André Moura e Cunha, «Hino ao amor conjugal», www.amc-porque.blogspot.com, 30 maio 2006
nuvens: o remorso de Baltazar serapião
sobre «útero»
«(…) é cidadão da lÃngua portuguesa e escreve, nesta, alguns dos mais belos textos da poesia contemporânea.»
Hugo Torres, www.rascunho.net, 2005
nuvens: útero
«O reino de cristal»
«É logo nas primeiras páginas que o narrador exemplifica a sua condição de prisioneiro: «escapuli longo tempo a ver as entradas dos caminhos principais, sabia que todos se frustravam em algumas centenas de metros, nenhum seguia para onde eu pudesse ir sem me perder». O encarceramento a que todos parecem condenados numa terra propositadamente sem nome encontra um motivo de intensificação nas condições meteorológicas descritas, na chuva quase permanente, sem abertura para o céu, o que é uma outra forma de representar o silêncio de deus, que atravessa todo o romance.»
João Paulo Sousa , excerto de «O reino de cristal», JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias, 2 fev. 2005
nuvens: o nosso reino
«O importante é a rosa»
«Sentimo-nos assim no livro de valter hugo mãe : à deriva, às cabeçadas, em busca de espaço para fugir. Adorámos a experiência. E de masoquista temos muito pouco.»
Rui Lagartinho, excerto de «O importante é a rosa », sobre o nosso reino , Público, 22 jan. 2005
nuvens: o nosso reino
«O mundo rural em duas obras de jovens escritores portugueses»
«Há uma nova presença importante na ficção portuguesa contemporânea. Falo de valter hugo mãe , jovem poeta já com livros publicados, que surge agora, numa escrita mágica, suave-cruel, entre paraÃso e inferno, com o seu romance o nosso reino . É numa aldeia do Portugal nortenho, entre rezas, sustos e horrores triviais e o imenso medo, o tremendo fascÃnio da morte, que uma criança se confessa a todos nós.»
Urbano Tavares Rodrigues, excerto de «O mundo rural em duas obras de jovens escritores portugueses», Alentejo Popular, 20 jan. 2005
nuvens: o nosso reino
Elle
« o nosso reino , de valter hugo mãe , é uma obra encantatória de um digno herdeiro de uma longa tradição de escritores portugueses que fazem da nossa lÃngua um instrumento de grande beleza plástica, descrevendo lugares e sentimentos enraizados na nossa cultura. Num universo rural, as personagens vivem uma existência em que as fronteiras entre o Mal e o Bem se cruzam numa dança poética e misteriosa.»